segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Concluindo uma etapa..

Chegando ao final desttaa etapa que fez parte das nossas vidas por quatro anos e meio podemos entender como tudo fez sentido, foi necessário. Somente agora conseguimos enxergar a importância verdadeira de cada leitura, debate, atividade, dos workshops ao fim de cada semestre, pois podemos olhar para trás e ver o todo, perceber o quando nos modificamos e isso só foi possível porque o curso foi do jeito que foi, com todas as suas características.
Acredito que as características deste curso que facilitaram nossas aprendizagens foram, principalmente, a preocupação constantee dos tutores e professores em auxiliar a todos (na medida do possível), a ligação do curso com a prática em sala de aula e a interdisciplinariedade.
Durante todo o curso contamos com atendimento dos professores e tutores, mesmo sendo o curso a distância pudemos contar com a internet para manter a comunicação e assim pedir auxílio quando precisamos. Na minha opinião tivemos muito mais atenção do que teríamos num curso presencial.
Outro fator que considero facilitador, é de que o curso se propôs desde seu início a promover mudanças em nossa prática docente, bem como na nossa vida pessoal e como estudantes o que aconteceu por relacionar todo o curso com nossa prática, nos fazendo pensar sobre essas mudanças em várias dimensões.
A ligaçãao entre as interdisciplinas também facilitaram o processo de aprendizagem, pois podemos relacionar os conteúdos constantemente, tendo uma visão geral dos assuntos, podendo sempre fazer ligações, construir conceitos mais amplos.
Sem esquecer o uso da internet, que é uma ferramenta incrível para buscar conhecimentos. Acredito que todos esses fatores contribuíram para tornar-mos estudantes/professores/pessoas com mais autonomia e responsabilidade.

Muitas mudanças com o PEAD.

As mudanças mais perceptíveis no âmbito pessoal, com certeza são referentes ao uso do tempo. Com o início do curso foi necessário adaptar o tempo para dar espaço para as leituras, as atividades, os fóruns. Organizar tempo e transporte para poder ir à aula, já que moro longe do pólo.
Uma mudança bastante significativa para mim, refere-se a apropriação do uso da internet e de outras tecnologias, não somente para a faculdade, mas para fins pessoais também, hoje me sinto bastante segura para desempenhar muitas tarefas usando as ferramentas que conhecemos diurante o curso.
Acredito também que uma das mudanças são as amizades que conquistamos durante o curso, o simples fato de ir à aula, de fazer parte de um grupo são capazes de nos transformar como pessoas, pois podemos conhecer pessoas tão diferentes entrar em contato com pontos de vista diversos e poder aprender muitas coisas, principalmente que todos somos únicos e que precisamos respeitar a todos . Pensando em minha profissão, vejo que já mudei muito meu jeito de trabalhar. Em minhas palavras sempre defendi que aprendemos na interação com os outros e com o meio, porém não sabia muito bem como fazer isso em sala de aula, não me sentia segura e hoje percebo que cometi muitos erros. Percebo também o quanto cresci, e noto como meu trabalho melhorou depois do início do PEAD, acredito que o fato de estudar as teorias sempre fazendo ligações com a nossa prática foi o principal fator para poder analisar nossa prática. Aliamos teoria e prática durante todo o curso, em todas as interdisciplinas, assim pudemos pensar em como nós estavámos agindo, enxergar nossa profisssão por vários ângulos e poder compreender melhor nossa função naa sociedade. Para mim, passei a enxergar o "ser professora" não apenas como uma profissão, mas algo maior onde é necessário ter realmente muita dedicação.Sendo um curso a distância tivemos que aprender a ser estudantes de uma forma diferente daquela que já estávamos habituados. Num curso presencial, em minha opinião existem mais facilidades e com isso o estudante fica mais acomodado. No Pead tivemos que aprender a fazer nossos horários, ter disciplina para realizar as tarefas no prazo determinado e arcar com as consequências quando isso não acontecia. Com o exercício de rever nossas postagens em todas as interdisciplinas vejo o quando cresci nas minhas produções escritas e mesmo que no momento em que as produzi tenha achado tudo muito difícil, hoje vejo o quanto sou capaz. Talvez eu não consiga escrever todas as mudanças que ocorreram em minha vida enquanto estudante e muito menos as pessoas percebam essas modificações, porém, eu sei o quanto custou pra mim realizar este curso e vejo todo o meu crescimento. Aprendemos a pesquisar, pensar sobre o que lemos e analisar as nossas produções, além de transferir o que aprendemos para a nossa prática como professores.

A Literatura na alfabetização

Sabendo da necessidade do aumento do hábito de ler entre os estudantes, é proposto que se trabalhe com literatura desde as séries iniciais, durante a alfabetização, esse processo além de colaborar para que os alunos aprendam a decifrar as palavras e assim conseguir ler e escrever, também permite que façam uma leitura de mundo, o que é fundamental para fazer relações e poder construir conhecimentos. Sendo assim, o uso da literatura na sala de aula, em especial durante a alfabetização é muito importante, pois ao mesmo tempo em que se está aprendendo a ler e a escrever percebe-se uma finalidade para esse aprendizado.
A aquisição das habilidades de alfabetização e letramento devem ser construídas juntas e não aprender a fazer para depois saber onde usar, assim, o uso da literatura faz-se necessário para que desde cedo a criança entenda a função social da leitura e da escrita, pois ao mesmo tempo em que vai estar aprendendo como ler e escrever, estará também, usando essas competências. A Literatura deve estar presente na sala de aula desde os primeiros anos escolares, deve ser encarada como um divertimento pelo leitor, que vai descobrir que através da leitura de um livro pode viver em outro mundo, viajar, ver a vida por outro ângulo, aprender coisas novas, soltar a imaginação e a criatividade, emocionar-se, encantar-se. Se bem explorada pelo professor, sem que se torne uma obrigação, a literatura pode transformar os alunos em leitores assíduos, fazê-los descobrir o encanto da leitura de um livro, perceber que são donos do seu conhecimento, que podem construir novas idéias a partir do ato de ler, que é também um momento de interação, de troca. O livro através de um texto, traz consigo diversas possibilidades de contextos capazes de possibilitar a criança tornar-se um explorador, um descobridor.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Reflexões sobre o semestre IX

Durante este semestre tivemos a tarefa de revisitar todos os semestres anteriores, todas as interdisciplinas e pensar sobre nossas aprendizagens. Foi uma atividade bastante interessante, pois podemos ter uma visão geral da caminhada, além de poder relembrar muitas ideias construídas ao longo de todo o curso, o que nos ajudou bastante na hora de elaborar o TCC. Pude perceber o meu crescimento, principalmente através das postagens e também foi possível ver muitas mudanças como estudante, na vida profissional e pessoal. Coisas boas e outras nem tão boas, porém acredito que isso é normal.
Construir o blog portfólio, foi desde o início bastante trabalhoso, pois além das atividades das interdisciplinas, tínhamos que registrar aqui nossas aprendizagens, apresentando argumentos e evidências, avaliando concretamente o que percebemos de mudanças em nosso pensamento e em nossa ação. Acredito que mesmo que nem sempre tenha conseguido alcançar os objetivos propostos com esse trabalho, pude aprender muitas coisas com a prática de ler e pensar sobre minhas próprias aprendizagens.
O mais interessante do trabalho om o blog portfólio é que podemos compartilhar nossas experiências com muitas pessoas, além de ter guardado todos os registros, permitindo que possamos relembrar nossa história no curso.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Eixo IX - TCC

Estamos vivenciando neste eixo do curso, um momento marcante, pois temos pré concebido um conceito sobre o TCC, que aos poucos, à medida que fomos construindo o trabalho, podemos nos apropriar do significado do trabalho de conclusão de curso, claro que só poderemos saber o resultado de nossas produções depois da apresentação oral, mas já temos muita ideia do que realmente é escrever o TCC. O tema que escolhi, emergiu da experiência de estágio, A Literatura na alfabetização, pois foi um recurso bastante utilizado por mim com meus alunos. Sempre gostei de trabalhar com literatura em sala de aula, além de gostar de ler obras da literatura infantil, pois apesar de serem feitas para crianças encantam qualquer idade. Apesar de gostar, me questionava se o modo de trabalhar com a literatura realmente incentivava meus alunos a serem bons leitores, apaixonados pelos livros, tanto ou mais que eu.
Acredito também que a literatura possa ser um meio da criança, ou qualquer pessoa, entrar no mundo da leitura e da escrita, conhecer culturas diferentes ou iguais a sua, entender sentimentos, viver situações, portanto, acredito que a escolha desse tema, poder ler, refletir e construir sobre a literatura no processo de alfabetização, pode oportunizar uma maior compreensão da importância que ela tem, não apenas na sala de aula, mas muito além dela, pois constitui-se de uma mudança de vida, abre horizontes.
Além disso, sabemos da importância de ouvir histórias desde muito pequenos, já no ventre materno, infelizmente isso não acontece para muitas crianças que chegam na escola que é onde muitas ainda tem seu primeiro contato com os livros. Sendo assim, esse contato precisa ser encantador , inclusive pelos que já tem uma experiência com a literatura.
Utilizei como referências bibliográficas o livro "A importânccia do ato de ler" de Paulo Freire, na intenção de relacionar a Literatura como um ato libertador, pois através dela conhecemos novos mundos. Durante a alfabetização, esse processo além de colaborar para que os alunos aprendam a decifrar as palavras e assim conseguir ler e escrever, também permite que façam uma leitura de mundo, o que é fundamental para fazer relações e poder construir conhecimentos. Sendo assim, o uso da literatura na sala de aula, em especial durante a alfabetização é muito importante, pois ao mesmo tempo em que se está aprendendo a ler e a escrever percebe-se uma finalidade para esse aprendizado.
Entre outros usei as ideias de Fanny Abramovich que fala sobre como deve-se usar a Literatura de maneira a formar bons leitores, assíduos e apaixonados pela literatura.
Com o trabaalho já concluído, restando apenas a apresentação oral, acredito ter conseguido expor minhas ideias de modo que os outros consigam entender, mas me preocupo com os detalhes técnicos também, com as exigências das normas, que foi uma parte complicada na elaboração do TCC. Em breve, com a apresentação oral, saberemos se tudo saiu como esperávamos...

Eixo VIII

No oitavo semestre do curso ocorreu o estágio supervisionado.Realizei o estágio com minha turma de primeiro ano, na escola onde trabalho há dez anos. Foi a primeira vez que trabalhei com uma turma de primeiro ano e estava bastante insegura no início, principalmente por causa do estágio. Porém, com o passar das semanas fui ganhando segurança e acredito que tenha conseguido realizar um bom trabalho. De todos os semestres do curso, este foi aquele em que mais podemos aliar as teorias com a nossa prática, pois as relações eram feitas constantemente. Precisamos reler muitas coisas de semestres passados, procurar sugestões de atividades para utilizar em sala de aula com nossos alunos. Claro que nos outros semestres também tínhamos essa prática de usar os conheccimentos construídos nas interdisciplinas com nossos alunos, porém, antes não estávamoss sendo avaliados e a questão principal não era se saberíamos dar aula, afinal todas já temos experiência, precisávamos fazer diferente, usar outras maneiras, experimentar. Não é fácil experimentar coisas novas, sempre existe o medo , mas penso que conseguimos fazer muitas modificações no nosso trabalho. Um ponto muito maarcante no meu estáagio foi o uso da Literatura nna sala de aula, tanto que despertou o interesse para tratar sobre esse assunto no TCC.
Fiz duas interdisciplinas eletivas neste semestre. Na interdisciplina Laboratório em Ciências Naturais I, nós podemos experimentar a utilização do método científicco na sala de aula, através de experiências, observações e registros. Podemos construir o conhecimento constantemente, pois podíamos escrever o que nós acreditavámos, através de questionamentos, experimentar ccom nossos alunos e através das observações tirar conclusões que confirmavam ou mudavam nossos pensamentos pré-estabelecidos.
Em Matemática nos anos iniciais do Ensino Fundamental I, exploramos muitos conceitos matemáticos e podemos, além de pensar atividades para trabalhar com os alunos, experimentar sugestões de jogos o que mostrou maneiras muito divertidas para a construção do conhecimento matemático.
Seminário Integrador nos deu bastante suporte para o estágio, pois tivemos muitos momentos para refletir sobre todo o processo e através da prática de escrever sobre nossas aprendizagens, pensar em nossos erros e acertos e assim poder mudar no que fosse preciso, ou seja, foi uma maneira de avaliar o nosso trabalho constantemente.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Eixo VII

As interdisciplinas do eixo VII trouxeram muitas aprendizagens. Em Educação de jovens e adultos, podemos entrar em contato com uma realidade bastante diferente da que estamos acostumadas, já que a grande maioria trabalha com crianças. Através de um trabalho de pesquisa observamos as problemáticas da EJA. Na interdisciplina de Didática e avaliação foi possível entender o poder da organização do ensino, entender que tudo tem um propósito de ser na educação. Na interdisciplina de linguagem e educação percebemos as diferenças entre alfabetização e letramento, onde a alfabetização seria a habilidade de ler e escrever e letramento, entender onde essas palavras estão inseridas, em que contexto, a utilização de textos diversos, dependendo da situação. Discutimos também a diferença de linguagens existentes e a importância da escola usar diferentes tipos de linguagem, para que o aluno construa o processo de alfabetização aliado ao de letramento. Aprendemos também uma nova língua a LIBRAS e podemos conhecer um pouco sobre a história e a cultura surda e assim quebrar muitos preconceitos. No seminário Integrador VII,, falamos sobre os projetos de aprendizagem,, as arquiteturas pedagógiccas e sobre a importância das produções escritas reflexivas na construção de novos conhecimentos, através dos blogs portfólios.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Entre os muros da Escola

Para encerrar o semmestre do eixo VI, assistimos ao filme "Entre os muros da escola",, que trazia a questão das diferenças, do modo como cada um vê e entende o mundo ao seu redor e também dos preconceitos que temos frente ao que é diferente de nós. A atividade em cima desse filme foi bastante interessante, pois tratava de assuntos comuns a todos, professores, aluns e escolas, seja lá qual a sua realidade. O workshop de avaliação foi baseado no filme. Este semestre foi de grande importância em nossa formação como professores, pois tratou das diferenças que encontramos em nosso trabalho e como devemos estar abertos para saber lidar com elas de uma forma positiva que leve a mudanças no modo de pensar e agir das pessoas, respeitando a todos para que as oportunidades realmente sejam iguais.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Eixo VI

No sexto semestre do curso as interdisciplinas foram: Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia II, que tratou das teorias sobre o conhecimento e as teorias sobre o desenvolvimento do ser humano. Esta interdisciplina além de trazer discussões importantes sobre esses temas nos propiciou atividades práticas para serem realizadas com nossos alunos, para que pudéssemos relacionar a teoria com o nosso trabalho. A interdisciplina Educação de Pessoas com necessidades educacionais especiais aconteceu em um momento bastante importante para mim, pois coincidiu de eu ter em minha sala de aula um aluno com síndrome de down. Tivemos que criar um pbwors para fazer um estudo de caso , que poderia ser com um aluno seu ou outra criança que tivesse necessidades educacionais especiais. Durante todo o semestre pude pensar nas dificuldades e alegrias que temos nesse trabalho, pois sabemos que existem muitos obstáculos para que o impasse da inclusão seja resolvido, afim de que todos realmente tenham oportunidades iguais na escola. Outro enfoque do semestre foram as questões etnico-raciais na educação: sociologia e história, onde pudemos discutir preconceitos, aprender como trabalhar com essas diferenças em sala de aula. Através de leitura e de atividades envolventes pudemos repensar muitas ideias e construir novos jeitos de ver as diferenças étnico-raciais. Na interdisciplina Filosofia da Educação exploramos nossa habilidade de argumentar, através de textos, discussões e filmes tivemos oportunidade de refletir criticamente , percebendo o ponto de vista do outro. Podemos ver que todas as interdisciplinas estavam bastante interelacionadas entre si, pois quando paramos para pensar , nos colocando no lugar do outro, estaremos nos exercitando para aprender a conviver bem com qualquer diferença.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Eixo V

Durante o quinto semestre fomos apresentedas aos PAs, ou seja, Projetos de Aprendizagem. A partir do levantamento de curiosidades nossas, em grupos, construímos PAs, o que nos proporcionou aprender a trabalhar com esta arquitetura pedagógica e também aprender sobre assuntos de nosso interesse. Através desses aprendizados vimos o quanto é importante que exista a curiosidade no processo de aprendizagem, é preciso existir o desejo de descobrir para que exista motivação e interação com a construção do conhecimento. Lidamos com várias ferramentas na elaboração dos PAs, como os mapas conceituais, as pesquisas, entrevistas, levantamento de dúvidas e certezas, entre outras. Estas aprendizagens podem ser notadas em nossa prática. Já realizei Projetos de Aprendizagens com miha turma e ainda que não tenha saído tudo como gostaria ou como deveria ser, acredito que aprendemos fazendo.
Olhando as outras interdisciplinas do semestre, acredito que elas estavam bem interligadas. Em Organização do Ensino Fundamental, podemos entender como está organizado o ensino fundamental no Brasil e entender um pouco do processo o qual estamos inseridos e muittas vezes aceitamos tudo sem questionar. Acredito que o PA é uma maneira de reformular o jeito de trabalhar no ensino fundamental, que pode proporcionar uma grande mudança na organização, pois os fatores a serem avaliados são diferentes daqueles convencionados no ensino fundamental.
Na interdisciplina psicologia da Vida Adulta, discutimos sobre essa fase da vida e a importância da autonomia das pessoas para serem felizes, o que pode ser desenvolvido desde a infância e até mesmo na escola e o PA é uma arquitetura pedagógica que possibilita o desenvolvimento da autonomia no aluno, pois parte dele a curiosidade, é ele quem irá buscar o conhecimento e na interação construir sua aprendizagem.
No Seminário Integrador discutimos sobre nossas aprendizagens, exercitamos o trabalho em equipe e como sempre podemos fazer relações entre as aprendizagens que se consolidavam nas interdisciplinas.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Eixo IV

Neste semestre do curso, as interdisciplinas estaavam bastante inerligadas, tivemos até atividades em que todas estavam relacionadas, pois se tratava de diferentes visões sobre os mesmos assuntos. Representação do mundo pela Matemática, pelas Ciências Naturais e pelos Estudos Sociais. Através das leituras que realizamos, fazendo ligações com a nossa pratica tivemos a oportunidade de pensar planejamentos para trabalhar com esses conceitos nas diferentes áreas do conhecimento de uma forma bastante interligada. Podemos pensar e rever bastante a nossa prática docente, pois realizamos o exercício constante de conhecer teorias e analisar nosso trabalho e em cima disso criar soluções.
O Seminário Integrador, como sempre, esteve bastante ligado às outras interdisciplinas o que facilita e amplia a aprendizagem. Neste semestre debatemos a importância da pergunta na aprendizagem, da curiosidade. Partindo da leitura do Livro "Pedagogia da autonomia" de Paulo Freire, questionamos a importância da curiosidade para a aprendizagem. Vimos que é muito importante que uma pergunta seja o ponto de partida para o processo de aprendizagem, pois desse modo estaremos criando o hábito de querer responder às nossas dúvidas, buscando o conhecimento o que faz com que o aluno tenha uma maior autonomia e não espere tudo pronto, mas sim que seja autor de suas aprendizagens.

Eixo III

Neste semestre as interdisciplinas trabalhadas estavam diretamente ligadas com a nossa prática e foi com ceerteza um dos semestres mais divertidos para todas nós, estudantes do Pead.
Em Artes Visuais, além de aprender sobre a História da Arte, tivemos a oportunidade de aprender a apreciar e observar as expresssões artistícas, inclusive com um passeio à Bienal, o que nos levou a ter um maior dissernimento e a pensar no trabalho com Artes em nossas salas de aula.
Na interdisciplina de Literatura vimos a sua importância na formação de bons leitores, além de contribuir paraa o desenvolvimento social, cognitivo e afetivo das crianças, pois através da leitura podem vivenciar mundos diferentes ou parecidos com os seus.
Em Ludicidade e Educação entendemos o jogo e a brincadeira como fundamentais na formação do ser humano, pois através destes momentos lúdicos a criança vivencia situações diversas que encontrará por toda a sua vida, aprende a se relacionar e a conviver.
Na interdisciplina de Música podemos aprender sobre a importância da musicalidade na vida do ser humano, aprendemos também a ser mais critícos, a educar nossos ouvidos e assim poder trabalhar música com nossos alunos.
Trabalhamos também com Teatro neste semestre, onde podemos aprender técnicas para encenar e usamos em nossas salas de aula o que aprendemos.
Quero ressaltar, nesta postagem, a interdisciplina do Seminário Integrador III, pois foi neste semestre que iniciamos nosso blog portfólio, com o objetivo de refletir sobre nossas aprendizagens, fazendo uso de argumentos e evidências. Trabaalhaamos com esses conceitos e com o entendimento da importância de pensar sobre o quê e como aprendemos para que essas aprendizagens sejam ainda mais significativas e sólidas.
Este semestre foi bastante importante, usei muitas das aprendizagens construídas nestas interdisciplinas no momento do estágio e também agora, na elaboração do trabalho de conclusão, principalmente a interdisciplina de Literatura, que é o tema do meu TCC.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Eixo II

Lembro que iniciei o segundo semestre do curso bastante insegura pelo nascimento de minha filha, com medo de não "dar conta do recado". Quando comecei a reler minhas postagens, agora, vi que consegui além de dar conta de tudo, também aprender muitas coisas.
Na interdisciplina Desenvolvimento e aprendizagem sob o enfoque da psicologia, podemos conhecer várias teorias do conhecimento, entre elas a de Jean Piaget, sempre analisando nossa prática e fazendo ligações com a teoria. Neste semestre, percebo que tivemos a oportunidade de produzir ainda mais conhecimentos através de produções escritas.
Em Escolarização, espaço e tempo na perspectiva histórica, podemos pensar sobre a história da educação e da Infância no Brasil, pensar em como nós temos conceitos arraigados sobre esses temas e como precisamos mudar nossa maneira de ver os valores dos outros, para conseguir ter uma escola sem preconceitos que saiba valorizar a diversidade. Podemos conhecer a escola da Ponte que traz uma realidade bem próxima do que pensamos ser o ideal para uma escola, pois valoriza o conhecimento, as opiniões e as contribuições de todos, alunos, professores, pais e funcionários.
Estudamos sobre os diferentes fundamentos da alfabetização, analisando nossa prática. Lendo uma de minhas postagens, pude perceber o quanto já mudei meu pensamento em relação há alguns fundamentos. Escrevi em uma postagem, que quando o aluno se alfabetizava era como um "estalo", hoje, penso que a alfabetização é um processo de construção, onde com as interações dos conhecimentos prévios e novos constrói-se novos pensamentos sobre como ler e escrever.
Por fim, li o trabalho que fizemos no Seminário Integrador II, o inventário de aprendizagens e lembrar de várias aprendizagens que consolidamos com as vivências, as leituras, os trabalhos e principalmente da importância da troca que leva há uma aprendizagem muito mais amplificada, pois somente coma interação podemos construir conhecimento.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Eixo I...o começo!

Lendo minhas primeiras postagens referentes às interdisciplinas do eixo I, pude relembrar de todos os sentimentos presentes naquele momento. Consegui perceber mudanças como estudante, como profissional e como pessoa também, afinal de lá para cá, foram 4 anos vivenciando o PEAD. Fiquei sabendo do curso pela nossa colega, Cristiane, que sempre me encorajou a não desistir, me recordo que na semana que me inscrevi para o vestibular, fiquei sabendo que estava grávida. O início não foi nada fácil, eram tantas novidades, tanta tecnologia(pra mim, pelo menos...), teríamos que mudar nossa rotina, nossos hábitos, aprender tantas coisas. Lembro bem dos choros e da angústia que foi o começo. Mas também, lembro das alegrias, das conquistas, como a primeira vez que postei um trabalho sozinha, o sentimento de liberdade de autonomia. Acredito que esse sentimento de autonomia foi uma das coisas que mais adquirimos neste curso, desde o primeiro eixo, como estudante, aprendemos a buscar conhecimentos, construir novos, escrever sobre eles criticamente, ser responsáveis pelas nossas aprendizagens. Essa mudança de postura como estudante, também refletiu em nossa maneira de ser professor. Consigo perceber muitas mudanças em minha prática, acredito que um senso crítico maior para o planejamento das aulas, pensando sobre os objetivos, pesquisando sempre para o enriquecimento do trabalho e até mesmo no jeito de dar aula, de me relacionar com os alunos.
No início do 1º semestre, lembro que trabalhamos com um texto de Saramago, que falava de uma viagem a ilha desconhecida, ideal para o nosso início de curso. Nesta reta final, já desbravamos boa parte da nossa "ilha desconhecida", sem saber, no entanto, quais serão nossos novos desafios.

domingo, 6 de junho de 2010

7 semanas de estágio!

Nesta semana decidi trabalhar utilizando o material do Geempa. Entreguei os livros aos alunos, deixei que olhassem livremente e que escrevessem seus nomes. Mesmo dispondo do material desde o início do ano, ainda não o tinha utilizado. É um material bastante interessante, pois através do trabalho com um grupo de palavras as crianças vão fazendo as devidas relações e questionamentos que a levam a avançar de nível. É também interessante porque não usa palavras soltas sem contexto, mas parte de algo que está sendo discutido pelos alunos, bem como se utiliza das constantes trocas vivenciadas entre os alunos (pois as atividades são realizadas em grupos, sempre, afinal a turma é organizada assim.).

Além disso acredito que os momentos de leitura são bastante importantes na construção do conhecimento de leitura e escrita, principalmente quando esse hábito não é vivido em casa, (que é o caso da maioria dos meus alunos), pois além de ser um momento prazerozo, onde podemos vivenciar novas experiências através de uma história, também nos faz experimentar um tipo de letramento, o da literatura, ou seja, entrar em contato com um novo mundo.

Lembro que quando surgiu o primeiro ano, as orientações eram de que o trabalho desenvolvido deveria preparar as crianças para a alfabetização no segundo ano, quando fizemos o curso de capacitação do Geempa recebemos a orientação de que deveríamos alfabetizar os alunos já no primeiro ano. Obviamente, no início, fiquei confusa. Juntando-se a isto os comentários das colegas criticando a proposta sempre nos fazem desanimar e duvidar que pode dar certo. No começo do ano, duvidei que conseguiria trabalhar o livro com os meus alunos, achava a turma imatura(para a prposta), porém com o passar do tempo e com um maior conhecimento dos alunos, propiciado, inclusive, pelas entrevistas (testes), tudo foi ficando mais claro e acho que estou me sentindo cada vez mais segura para o trabalho com a prposta. Não sei se obterei êxito com todos os alunos, mas penso que o primeiro passo é acreditar que é possível.

Tentei explicitar melhor as atividades, como foi pedido. Quanto a sugestão da professora de trabalhar com mais atividades lúdicas, já as utilizo bastante, todos os dias e penso que até poderia usar mais, já que meus alunos tem entre cinco e seis anos e percebo que as atividades não podem ser muito extensas, pois o intereesse deles cai, por isso é interessante que sejam divertidas. Fico um pouco dividida em relação há isso. Quando fizemos a cadeira de ludicidade, lembro que a professora Tânia dizia que o brincar só pelo brincar já é válido e eu concordo com isso, mas, de acordo com a proposta do Geempa, o jogo deve sempre ter um objetivo alfabetizador.

na sexta semana...

Durante esta semana, me senti um pouco cansada, não sei exatamente o porquê, penso que é pelo acúmulo de responsabilidades, e também por causa da minha desorganização, que faz tudo parecer mais complicado...
O fato é que além das exigências do estágio, tenho também que cumprir com o que é pedido na proposta do Geempa, e estou me dando por conta que tenho deixado esta proposta um pouco de lado e fico com medo de não estar conseguindo realizar nem meu estágio e nem a proposta pedagógica do Geempa de maneira "correta", afinal, esta também pode ser encarada como um estágio pra mim, pois é a primeira vez que tenho contato com ela, e também que trabalho com uma turma de primeiro ano. Com as testagens praticamente concluídas (faltam 2 alunas), pude ter uma noção de como estão os meus alunos, constatei que tenho 4 alunos já silábicos, que grafam uma letra para cada sílaba, 1 aluno que ainda está no nível pré-silábico 1, que ainda pensa que se escreve com desenhos e o restante da turma está no nível pré-silábico 2, que já usa letras para escrever, porém sem correspondência de sons. O que me chamou atenção é que uma das etapas do teste é mostrar a letra e perguntar que letra é, para meu espanto, muitos alunos não sabiam dizer o nome da maioria das letras, mesmo tendo trabalhado tanto com o alfabeto. Claro que também percebi muitos avanços do início do ano até aqui e muitos alunos me surpreenderam por já saber muitas coisas;
Na segunda -feira, li um livro da nossa caixinha, os animais do mundinho, que além de falar dos tipos de animais e de suas características, também fala do respeito que devemos ter por todos os tipos de vida . As ilustrações do livro eram feitas com montagens do tangram, aquele jogo chinês de sete peças geométricas. Quando vi o livro já pensei em fazer com as crianças, eles se admiraram quando eu disse que todas aquelas figuras eram feitas com o mesmo jogo e gostaram da idéia de montar os bichinhos, então pintamos e recortamos as peças e deixei eles montarem livremente, depois muitos alunos quiseram olhar no livro para poder montar os animais da hisória, como alguns não conseguiram montar sozinhos, montei alguns modelos no quadro para que eles conseguissem montar.
Fiquei pensando depois se não era uma atividaade não aapropriada para a faixa etária dos meus alunos, mas penso que isso pode ser relativo, pois muitos alunos conseguiram montar muitas figuras, outros já tiveram maior dificuldade, mas todos tem a mesma idade, entre 5 e 6.
Recebi uma nova aluna, na quarta-feira, percebi que ela é um pouco agitada e bem comunicativa, já se enturmou com muitos alunos da sala. Não que seja ruim, mas toda vez que algum aluno sai da turma ou um novo entra, parece que a turma inteira muda, pelo menos até nos readaptarmos.
Penso que no mais tudo correu bem. Fico um pouco insegura em relação ao meu planejamento, à organização do meu pbworks, pois não podemos espiar o espaço das colegas como nos outros semestres. sei que isso é bom pelo fato de poder criarmos de acordo com o que pensamos, sem nos apoiar na maneira que o outro faz,o que pode trazer maior autonomia e nos obriga também a ter mais criatividade. Mas penso que o lado ruim é justamente essa insegurança, de pensar "será que estou fazendo certo?", que deve ser reflexo do modo como fomos educados, sempre olhando um modelo, sem poder simplesmente criar do nosso jeito.

Reflexões 5ª semana

Nesta semana me propus realizar as testagens do Geempa, consegui fazer com alguns alunos, realizei com um aluno por aula e usei também a hora do recreio para conseguir agilizar os testes. Porém foi bastante complicado fazer o teste durante a aula, pois as crianças ficam constantemente nos solicitando ,terei que continuar com os testes na próxima semana, afim de concluir a avaliação. Já consegui perceber, durante as testagens, que a maioria dos meus alunos estão entre os níveis pré-silábico2( que já sabe que usam-se sinais gráficos para escrever) e silábico (quando escrevem uma letra para cada sílaba).
Essa semana recebi a visita da professora Maria Elly e claro que fiquei um pouco nervosa na hora, penso que isso é normal, afinal sabemos que estamos sendo avaliadas, mas gostei muito da visita, foi bastante tranquila.
Toda essa situação me fez pensar na avaliação. Uma parte muito importante do processo de ensino-aprendizagem, que deve servir para diagnosticar o que precisa ser melhorado nas aulas e não para medir conhecimentos. Deve ser constante e não apenas em datas marcadas e também deve avaliar o crescimento do aluno sem compará-lo a um modelo. Penso que a proposta do Gemmpa ccompreende a avaliação dessa forma, e que também o nosso curso o Pead acredita nessa concepção de avaliação.
A semana foi um pouco tumultuada, devido aos testes, mas consegui desenvolver o planejamento. Trabalhamos bastante o alfabeto, letras iniciais e o nome, pois como a maioria dos meus alunos não fez pré, percebi que muitos ainda não conhecem bem as letras do alfabeto, mesmo estando trabalhando com o alfabeto desde o início do ano.

Reflexões 4ª semana

Trabalhamos sobre a família, tanto por estar relacionado com o tema que estamos trabalhando, como pela aproximação do dia das mães. Antes de começar a trabalhar sobre esse assunto, pensei em como poderia trabalhar de uma forma a não reforçar uma imagem estereotipada de família e de mãe. Escolhi um livro para começar a falar sobre o assunto, As famílias do mundinho, de Ingrid B. Belinghausen. O livro fala dos diversos tipos de família existentes, das diferenças entre cada uma, a partir disso pudemos discutir sobre as famílias de cada um. Eles adoraram trazer suas fotos de quando eram pequenos. As atividades de debate, nesta semana foram bem legais, pois cada um pode contar um pouco de sua família para os colegas e com a atividdade de perguntar para os pais em casa sobre a sua história, uma oportunidade de envolvimento de toda a família na atividade, o que sempre enriquece o trabalho. Penso ser importante trabalhar desta forma, pois cada vez mais as famílias apresentam formatos diversos, sendo importante trabalhar de maneira a respeitar todas as diferenças. E sabemos que existentes muitos pré-conceitos em relação a este assunto, escutamos nas escolas muitas críticas sobre a desestrutura familiar sendo muitas vezes a grande culpada pelo fracasso dos alunos, e podemos constatar que o fato de não ter uma família modelo não significa que esse aluno não terá bom rendimento. Penso que essas discussões são um aprendizado para nós professores também, para podemos repensar nossos conceitos e poder transformá-los.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Índios

Nesta segunda semana de estágio, trabalhei sobre a cultura indígena, o que foi bastante interessante, pois precisei me informar bastante, ler muita coisa, para poder me sentir segura para conversar com as crianças sobre esse assunto, já que gostaria de trabalhar sobre o tema de uma forma a descobrir esse "personagem" de uma forma diferente daquela que estamos acostumados a ver nas escolas. Em uma atividade de conversa sobre os índios, pude perceber como as crianças já tem, desde pequenas, uma idéia estereotipada , adquirida através da mídia e de comentários que escutam no meio onde vivem. Antes de contar a história "A lenda do dia e da noite", fizemos uma rodinha para discutir, comecei falando que naquele dia estávamos comemeorando o dia do índio e perguntei para as crianças "como era o índio, se já tinham visto um?" eles apontaram para os desenhos (cópias mimeografadas coloridas pelos alunos) que as crianças da turma da manhã haviam deixado exposto na sala de aula afirmando que eram índios, e disseram que só tinham visto na tv, que eles não usavam roupas e viviam na floresta, em cabanas. Disse a eles que existiam muitas tribos diferentes de índios, que tinham sua própria língua, suas danças, suas histórias, brincadeiras e então disse que contaria para eles uma história inventada pelos índios Karajá, que era o nome de uma tribo indígena. As crianças adoraram e gostaram muito quando mostrei as imagens das esculturas de barro que esses índios fazem e vibraram quando disse que nós podíamos fazer bonequinhos de barro também. Deu bastante bagunça e eles estavam bastante agitados, mas foi muito legal.
No segundo dia, li para eles uma revistinha da Turma da Mônica que falava da cultura dos índios, muito legal, pois falava de uma forma bem clara, fiquei um pouco apreensiva em ler uma história em quadrinhos para as crianças, por ser um tipo de leitura para ser feita individualmente, então perguntei se eles conheciam revistas em quadrinhos, muitos responderam afirmativamente, decidi arriscar. Conversamos sobre o que lemos na historinha e montamos um mural, apenas uma aluna trouxe 1 figura sobre os índios, como tinha pedido na aula anterior, colocamos no mural também palavras do nosso vocabulário que vem das línguas indígenas. Li algumas curiosidades para eles sobre as crianças indígenas, cmo são tratados em suas aldeias, como se diz a palavra em algumas línguas indígenas. Nesta semana acredito que minha aprendizagem mais significante tenha sido quanto à cultura indígena. Percebo que nós professores temos também uma idéia bastante "bitolada" da cultura dessas nações e acredito que o conhecimento dessas culturas pode fazer com que nossa maneira de ver o mundo mude, pois quanto mais culturas diferentes temos a oportunidade de conhecer mais podemos entender que as diferenças existem para enriquecer e que não existe um modelo que deve ser seguido como certo. Para poder trabalhar com as crianças, precisei ler bastante e descobri tantas coisas interessantes e vi o quanto sabemos pouco sobre a cultura dessas nações o que me levou a pensar em como precisamos trabalhar sobre isso em nossas escolas, pois a mídia dá valor às culturas vindas de outros países e divulga muito pouco sobre as culturas do nosso país, que é extremamente rica o que me levou a pensar também, na importância do hábito de pesquisar.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Refletindo...

Nessa primeira semana, acredito que aprendi muitas coisas. Aprendi o quanto planejar facilita e melhora o trabalho, pois ainda que seja necessário fazer modificações, o fato de pensar sobre o que será trabalhado, faz com que pensemos em muitos fatores importantes, como os objetivos que queremos alcançar, por exemplo. Sabemos que em nossa rotina de trabalho, estamos acostumadas a planejar de um dia para o outro, o que às vezes faz com que percamos a idéia do todo. Assim, considero ser importante planejar por um período mais longo, pois podemos ter uma idéia mais ampla do trabalho que pretendemos realizar.
Trabalhando sobre o "eu", pude refletir sobre a minha identidade, também como professora. Em uma atividade onde os alunos desenharam sua rotina diária, me surpreendi ao ver as diferenças nas rotinas de crianças tão pequenas. Pensei em como sempre temos idéias pré-concebidas, e também em como é difícil colocar-se no lugar do outro e entender o porquê de suas condições sem refletir sobre como as diferentes realidades mudam as rotinas das pessoas. É necessário ter cuidado para que ao invés de evidenciar as diferenças de um modo preconceituoso, façamos com que todas as realidades sejam mostradas como maneiras diferentes, mas igualmente "certas", afinal todos somos diferentes.
Também tivemos a oportunidade de ter um momento de formação essa semana em nossa escola, onde a Drª Profª Isabel Cristina Machado de Lara explicou a importância da construção de conceitos para a formação do pensamento lógico matemático, desde as primeiras séries, além da parte teórica a professora deu muitas idéias de jogos e atividades que podemos realizar com as crianças.
Percebi a importância de pensar sobre a semana, fazzendo uma avaliação do trabalho, para poder planejar de uma meneira que leve em consideração a realidade da turma.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Nessa primeira semana de estágio, me propus a trabalhar com as crianças sobre o "EU" , pois, de acordo com a realidade em que trabalho percebo que é um tema bastante importante. Planejei atividades, buscando desenvolver nos alunos, a auto-estima, o reconhecimento de suas identidades, enquanto seres únicos, diferentes e especiais, inseridos em um grupo. Com a intenção de fazer um trabalho interdisciplinar, procurei enfocar dentro deste tema as várias áreas do conhecimento. Como exemplos: O corpo, a higiene, o respeito, o nome, os números em minha vida. Este tema é bastante rico e ainda vai render mais algumas semanas de trabalho, pois na faixa etária em que meus alunos se encontram, é bastante interessante para eles poderem "descobrir-se" enquanto seres sociais.

domingo, 11 de abril de 2010

Help!!!

Sei que a finalidade deste blog é o registro das nossas aprendizagens, mas estou, de verdade, precisando "desabafar" e como esse espaço é meu.....lá vai: " Estou mais perdida que cego em tiroteio!" Estou há um tempão na frente do computador, lendo e procurando material pra ler e as idéias simplesmente não surgem! Será que estou ficando burra??!!
Deixando o desespero de lado, seria muito bom se existisse um espaço comum onde pudessemos trocar idéias, bibliografias, sites para pesquisa, enfim...

quarta-feira, 31 de março de 2010

Começou...

Iniciei o ano letivo com 29 alunos, dois alunos trocaram de turma e tinha 27, agora a direção decidiu abrir mais uma turma de primeiro ano, para reduzir o número de alunos e estou com 19 , o que vai facilitar bastante o trabalho. Realizando o trabalho no pbworks, precisei refletir bastante em como vou trabalhar com meus alunos de uma forma em que possa conciliar as exigências do GEEMPA e as propostas para o estágio. Penso em usar a tecnologia como forma de auxiliar na aprendizagem, como também de inserir os alunos nessa realidade, já que a maioria dos meus alunos não tem acessso à internet, nem computadores em casa. Penso em usar imagens para criar histórias em slides, filmar dramatizações dos alunos, para serem apresentados para os outros alunos da escola, além de usar o laboraatório de informáticaa para que possam usá-lo para escreveer, desenhar, jogar. Temos um Laboratório de Informáatica pequeno, com apenas cinco computadores, numa salinha apertadinha e sem acesso à internet( por enquanto, pois existe a previsão de que neste semestre estaremos conectados à internet). Tudo isso, torna o uso do laboratório um pouco mais difícil, do que seria em condições melhores, pois penso que terei que levar os alunos para o laboratório em pequenos grupos e conseguir alguém para ficar com o restante da turma enquanto isso, além disso a falta de acesso à internet reduz algumas possibilidades, como construir um blog com os alunos, por exemplo. Ainda estou "vendo" como poderei administrar tudo isso, mas além disso, penso em trabalhar com muitas idéias que tivemos ao longo do curso, de uma maneira lúdica e divertida.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Início...

Chegamos na reta final. Neste semestre iremos vivenciar a experiência do estágio. Este ano completo dez anos de efetivo trabalho docente e me sinto completamente insegura.
Pela primeira vez, vou trabalhar com uma turma de primeiro ano, tenho 27 alunos, todos na faixa etária dos 6 anos. Minha escola é estadual e portanto, foi obrigada a escolher um projeto de alfabetização, neste caso, o GEEMPA. Tive que participar de um curso preparatório, pois vou ter que aplicar a proposta com minha turma. De início fiquei bastante preocupada, pois pensei que ficaria presa há esta proposta pedagógica, sem ter liberdade para experimentar. Agora, depois de ler o material do GEEMPA e de ter algumas orientações sobre o estágio, me sinto um pouco mais tranquila (só um pouco!) e vi que é possível conciliar os dois desafios.
Tenho a consciência de que neste momento é necessário concentrar nossos esforços e atenção nesta experiência, pois, além de ser decisiva para nosso sucesso no curso, será uma oportunidade de fazer diferente, de inovar e poder descobrir o quanto nosso trabalho pode sempre ser renovado.
Espero que seja um semestre de grandes aprendizagens.